sexta-feira, 8 de maio de 2015

Cinema em Angola


            O inicio da produção cinematográfica em Angola tem como base a atracção pelo “exotismo” das paisagens, povos, costumes e culturas locais, bem com os registo do crescimento e desenvolvimento do império colonial português em África.
                 O filme o caminho de ferro de benguela, realizado por Artur pereira em 1913,é o primeiro datado de cinema em Angola. Até ao final dos anos 1940, a agência geral das colónias e as “missões cinematográficas a Angola “, produzem uma serie de documentários –exposição provincial, agrícola, pecuária e industrial(1923); chipinica, soba do diolo,  preparação do café, riquezas do amboim, Angola económica (1929)- e a primeira longa- metragem de ficção : o feiticeiro do império (1940), de António Lopes Ribeiro.
                   Durante as décadas de 1950 e1960, merecem registo documentários como ensino em angola (1950) de Ricardo Malheiro, Angola em marcha (1952) de Felipe de Solms, a terra e os povos (1954) de António Sousa ,a serie actualidades de Angola (1957-1961) de João silva ,e o romance do luachimo (1968) de Baptista Rosa. Entre outras entidades responsáveis pelo acervo fílmico sobre o território , estão O Serviço Cartográfico do Exercito, o centro de informação e turismo de angola (cita),a Telecine- moro e a Cinangola filmes.  
                  O documentário Angola , na guerra e no progresso (1971), do tenente Quirino Simões, foi o primeiro filme português em formato de 70mm. É no período da guerra colonial que se regista o maior número de produções de ficção, com destaque para A Voz do Sangue (1965) de Augusto Fraga, capitão singrid (1967) de Jean Leduc, um italiano em Angola (1968) de Ettore Scola, esplendor Selvangem (1972) de António Sousa , Malteses,Burgueses e às vezes …(1973) de Artur Semedo ou enquanto há guerra há esperança (1974) de Alberto Sordi.         

     

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